É SÉRIO: RIR FAZ BEM À SAÚDE

Nesses tempos de muita preocupação em torno do COVID-19, uma recomendação especial aos mais idosos, que precisam passar mais tempo em casa e evitar aglomerações, para se prevenir de um possível contágio.

As notícias em torno dessa pandemia estão em todo lugar e a todo tempo, fazendo com que a gente não pense em outra coisa. Pensar só em doença faz com que nossa energia se torne mais densa, propiciando momentos de depressão e desânimo.

Para não deixar a bola cair e manter uma postura positiva e esperançosa perante a vida, algumas recomendações para a galera manter os níveis de dopamina elevados, melhorando o sistema imunológico e evitando uma série de doenças (leia abaixo):

  • Assista a todos os filmes de comédia. Quanto mais besteirol, melhor.
  • Faça planos e continue sonhando. Logo essa crise passará.
  • Mantenha-se informado, mas fique longe dos noticiários e programas sensacionalistas. Para manter-se informado não é necessário ficar 100% do tempo ouvindo histórias trágicas.
  • Faça atividades agradáveis e divertidas. Volte a ser criança. Pinte, jogue, dance.
  • Ouça músicas alegres. O som tem o poder de reverberar boas vibrações e dançar libera ainda mais endorfinas.
  • Aprenda algo novo. Existem muitos tutoriais e cursos gratuitos na internet.
  • Cuide-se. Não deixe de se arrumar, de se manter em forma e se exercitar.

É sério: rir faz bem à saúde. Inúmeros estudos, de universidades e instituições relevantes, comprovam que o ato de dar risada e, principalmente o de gargalhar, ativam substâncias em nosso corpo que trazem sensações benéficas.

O riso aumenta os níveis de dopamina, substância ligada ao prazer e o responsável pela alegria. Ela age no cérebro e nos faz sentir prazer, diminuindo os níveis de estresse, e melhora a capacidade do corpo de combater infecções. E tem mais: dar uma gargalhada pode reduzir a sensação de dor. A endorfina liberada no corpo cria um estado leve de euforia e tem ação analgésica, amenizando a sensação de dor.

Para o neurocientista cognitivo Scott Weems, o humor revela muito sobre nossa humanidade, sobre como pensamos, sentimos e nos relacionamos com o próximo, é a única forma que nosso cérebro encontra para lidar com diversas informações contraditórias ao mesmo tempo. Em suas pesquisas, ele mostra como estes hormônios nos tornaram seres em busca de emoção e de novas maneiras de melhorar a vida. Rindo, se possível.

“O riso é o resultado da longa batalha cerebral entre emoções e pensamentos opostos. Ao chegar ao ápice da confusão, sem nenhuma alternativa de solucioná-la, rimos. E, assim, não só reconciliamos as ideias contrárias como enxergamos respostas. Rir nos conecta a outras pessoas para dividir nossas lutas, temores e confusões.”, diz ele.

E, mais recentemente, um estudo finlandês trouxe a hipótese de que outras substâncias do nosso corpo, ativadas pelo riso, são capazes de promover laços afetivos entre todos os que compartilham a risada. Isso também explicaria por que a espécie humana foi capaz de estabelecer relações e vínculos sociais.

Nos hospitais, é fácil perceber como o riso modifica o ambiente e quebra barreiras, aproximando pessoas e criando laços. Não somos cientistas ou estudiosos do assunto (os Doutores do Riso), mas como besteirologistas – e bom observadores – seguimos confirmando a hipótese de que rir só traz benefícios à saúde.

Fonte: https://doutoresdaalegria.org.br/blog/e-serio-rir-faz-bem-a-saude/

Benefícios do riso

Alergia: O riso reduz reações cutâneas a alérgenos (agentes capazes de produzir alergias) em testes. Também diminui os níveis de anticorpos e melhora o sono.

Artrite reumatoide: Um bom momento de riso reduz os níveis sanguíneos das citocinas próinflamatórias (moléculas envolvidas na emissão de sinais entre as células durante o desencadeamento das respostas imunes que possuem compostos capazes de promover o processo de inflamação) e do hormônio do crescimento, além de aumentar os níveis de citocinas antiinflamatórias. Segundo um estudo da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha), os efeitos podem durar 12 ou mais horas depois do acesso de riso.

Asma/bronquite: O efeito de uma terapia do tipo Doutores da Alegria reduz a hiperinflação (inchaço excessivo) dos pulmões em pacientes graves e muito graves de doença pulmonar obstrutiva crônica.

Depressão: A ioga do riso (uma combinação de riso natural e respiração iogue) funciona tão bem quanto uma rotina de exercícios convencionais para mulheres idosas com depressão, informa um estudo da Universidade Allameh Tabatabai (Irã). Segundo os pesquisadores, nesse caso não há diferença se o riso é espontâneo ou forçado.

Diabete tipo 2: Segundo um artigo publicado no periódico Alternative Therapies in Health and Medicine, o riso pode beneficiar os níveis de glicose no sangue, além de reduzir a quantidade de compostos inflamatórios a ser ingerida. Ele também aumenta os níveis de colesterol bom em pacientes diabéticos de alto risco.

Dor: O riso aumenta os limites da tolerância à dor e ao desconforto. Ele também eleva os níveis de endorfinas, os analgésicos naturais do nosso corpo.

Eczema: Assistir a uma comédia pode melhorar a flora intestinal em pessoas com eczema. Em um estudo realizado em um hospital japonês, várias pessoas assistiram a comédias diferentes e tiveram as fezes analisadas antes e após cada exibição. O riso mudou a constituição das bactérias intestinais nos pacientes que apresentavam eczema.

Estresse: O riso reduz o nível dos hormônios do estresse, como o cortisol, a dopamina, a epinefrina (adrenalina) e o hormônio do crescimento. Por outro lado, eleva o nível de hormônios que reforçam a saúde, como as endorfinas, e de neurotransmissores.

Perda de peso: O riso aumenta entre 10% e 20% o consumo de energia, de acordo com um estudo norte-americano.

Problemas cardíacos: De acordo com um estudo da Universidade de Atenas, o riso reduz a rigidez arterial (um indicador do risco de doença cardiovascular) e os níveis do hormônio do estresse. Outras pesquisas mostram que pessoas com maior propensão a rir têm um risco menor de doenças cardíacas e de sofrer ataques cardíacos. Ele também diminui a incidência de ataques cardíacos em diabéticos de alto risco.

Sistema imunológico: O número de células produtoras de anticorpos e a efetividade das células T são aumentados com o riso, o que reforça todo o sistema imunológico.

Fonte: Revista Planeta – https://www.revistaplaneta.com.br/rir-um-otimo-remedio/

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