O nosso Campo de Energia e como podemos senti-lo.

Texto traduzido e adaptado por Eliana Rocca de Huffington Post.

Os cientistas frequentemente buscam evidências para os fatos que todos nós já conhecemos e sabemos que são reais, mas muitas vezes não conseguimos provar. Todos sabemos da existência, ou sentimos um campo eletromagnético em volta de nosso corpo e percebemos como esta energia é afetada constantemente pelo meio em que vivemos. Como os cientistas colocaram nesta matéria, uma função deste campo é nos proteger, protegendo nosso “espaço pessoal”. Ao se tornar consciente deste campo de força, existiria algo que você pudesse fazer para fortalecê-lo e conhecê-lo melhor? Segundo a matéria, você pode reproduzir esse experimento em casa. E você também pode experimentar se concentrar no espaço entre as mãos, quando aproxima uma da outra (em formato de oração) mas sem tocá-las, para sentir o seu campo magnético. Ao tentar separar e aproximar as mãos lentamente, você irá sentir seu campo de energia. Em estados de meditação, por exemplo, você pode medir seu campo magnético por até bem mais de 30 centímetros de distância.

Nosso espaço pessoal nos torna conscientes do mundo ao nosso redor e é ele, por exemplo, que nos faz desviar quando alguém joga algo em nossa direção. E agora, os cientistas descobriram uma maneira de nos ajudar a sentir este campo.

Pesquisadores do Instituto Karolinska, em Estocolmo, utilizaram um experimento bem conhecido chamado a ilusão da mão de borracha em um estudo publicado na revista científica Cognition. Na versão clássica, os participantes são apresentados a uma mão de borracha falsa, enquanto a sua própria mão está escondido atrás de uma tela. Depois de alguns minutos de toques em ambas as mãos, real e falsa, o cérebro da pessoa começa a acreditar que a mão falsa é na verdade sua.

Aqui está a prova:

No novo estudo, que envolveu 101 adultos, os cientistas repetiram o teste, mas aplicando pinceladas no ar acima da mão falsa, ao invés de tocá-la. Como no experimento clássico, os participantes começam a acreditar que a falsa mão era a sua própria. Mas nesta versão, eles também começaram a sentir um “campo de força” entre o pincel e a mão de borracha.

“Nós podemos obter essa sensação estranha de existir algo no ar entre o pincel e a mão de borracha”, disse Arvid Guterstam do Instituto Karolinska, um co-autor do estudo, à New Scientist .

De acordo com o estudo, a sensação continua até 38 centímetros acima da mão de borracha, o que indica o tamanho do que os cientistas chamam de nosso “espaço peripessoal”.

Evidências neurocientíficas do fenômeno surgiram pela primeira vez na década de 1990 em estudos com animais da Universidade de Princeton. Michael Graziano registrou a atividade elétrica dos neurônios nos lobos parietal e frontais do cérebro de macacos. Eles descobriram que alguns neurônios reagiram tanto quando foram tocados por um objeto, mas também quando este apenas se aproximou.

Graziano continuou suas experiências no início dos anos 2000, descobrindo que estimulando eletricamente determinados neurônios induziria um comportamento coordenado que se assemelhava a esquivar ou bloquear algo.

Graziano explicou que a principal função do espaço peripessoal é a defesa, o que nos permite detectar rapidamente perigo nas proximidades. Mas também nos ajuda a navegar em um shopping center lotado ou encontrar um assento em um trem lotado sem esbarrar em pessoas. Graziano disse ao Huffington Post EUA: “Nós agora entendemos que esses neurônios do espaço peripessoal são importantes para garantir margem de segurança em torno do corpo.”

“O espaço ao redor do corpo é processado como um molde de gelatina. Como uma espessa camada de espaço ao redor do corpo, ajustando-se e movendo-se enquanto os membros se movem “, disse Graziano.

O experimento nunca foi repetido em humanos, mas os neurocientistas acreditam que há evidências que sugerem que certas partes do cérebro lidam com espaço peripessoal. As pessoas que sofrem acidentes vasculares cerebrais no lobo parietal posterior direito, por exemplo, não conseguem detectar estímulo peripessoal no lado esquerdo de seus corpos. “Essas pessoas não têm problemas para processar espaço distante, mas perdem o senso de espaço peripessoal”, disse Graziano.

Graziano sugere que este campo de força dinâmica também pode ser estendido a outros objetos, incluindo motos, carros e roupas.

História por: Oscar Williams – Fonte

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