A PERFEIÇÃO DA CRIAÇÃO. SERÁ?!

Primeiro gostaria de agradecer a todos que gastaram um pouco de seu tempo lendo, compartilhando ou discutindo sobre o nosso último post. Foi uma surpresa e tanto ver os números de acessos e compartilhamentos.

O nosso objetivo é reforçar o conceito de liberdade e incentivar o questionamento de dogmas, leis e crenças que há tantos milênios são aceitos como verdade, mas que têm causado tanto atraso no nosso desenvolvimento espiritual.

Alguns comentários (muito bem-vindos) sobre o processo de reencarnação chamaram a atenção e por isso acho que vale um novo post como mais um ponto para reflexão.

Então vamos lá. O questionamento hoje é sobre a Perfeição da Criação.

Quantos de vocês acreditam que exista uma força ou um plano magno que sustenta todo o universo? Você acredita que no fundo, no fim, tudo dará certo? Você acredita que existe alguém ou algo que vê tudo, ordena tudo, e tem planejado um “happy ending” para o planeta?

Desculpe, mas não tem como dizer isso de maneira sutil.

Não. Não há.

Ao longo de toda a história do Planeta Terra, fomos levados a acreditar numa força maior que comanda e rege tudo à nossa volta. E fomos levados também a temer essa força, pois nos fizeram acreditar na nossa imperfeição, na nossa insignificância. E sempre foi mais cômodo ser comandado, esperar por um sinal dos céus, do que realmente assumir as rédeas e a responsabilidade pela sua espiritualidade e por sua evolução.

Essa ideia de que existe um plano perfeito de salvação, redenção, e que tudo (mais cedo ou mais tarde) se encaixará perfeitamente vai contra a realidade em que vivemos e contra todas as perspectivas de futuro desse planeta. E só reforça uma atitude dependente, passiva e totalmente vulnerável. Isso é o que chamamos de holograma. Uma imagem projetada que te faz acreditar em algo que não existe.

No entanto, isso não invalida a fé de ninguém no Criador maior, na Fonte Primordial ou na Fonte que Tudo É. Ou Deus, como preferir. Mas a Fonte nunca fará o papel de julgador do bem e do mal, de justiceiro ou vingador, porque Ele é a própria dualidade. Ele é a própria Criação expressada de todas as maneiras. Boas ou más, ordenadas ou caóticas, da luz ou das trevas, não importa. Pois a Criação nunca será entendida dentro dos padrões humanos da mente que automaticamente classifica e julga.

Não cabe mais a ideia simplista de um único criador desenvolvendo tudo o que existe e privilegiando o conceito humano de justiça, ordem e perfeição. A Criação é uma obra em constante progresso, planejada e executada por diversos “deuses” ou diferentes hierarquias. Seres ou consciências em diferentes planos dimensionais, capazes de controlar e manipular quanticamente energia e matéria de acordo com seus interesses e objetivos. Cada qual defendendo sua ideia, seu projeto, sua criação.

E nesse meio estamos nós, tentando entender onde nos encontramos e a quem devemos alguma satisfação, certo?

Aí é que está a grande libertação: quando você deixa de olhar para fora, procurando um super-herói salvador e começa a olhar para dentro, reconhecendo-se como Cocriador de sua própria realidade. E começa a entender que a perfeição está no Todo, sem julgamentos e expectativas.

Não confiar num projeto perfeito é libertador, porque chegou a hora de assumir a responsabilidade pela própria ascensão, ao invés de ficar esperando que alguém ou algo te guie. Descobrir que cada um é o Cocriador responsável pela sua existência e futuro encarnacional é o grande pulo do gato. E assim começamos efetivamente a fazer escolhas e a decretar sobre o futuro, rompendo com a Roda de Samsara. Deixando para trás a velha bagagem e retomando o caminho de volta.

Vivemos buscando mestres, avatares, gurus, salvadores, enquanto que muitos não sabem que temos grandes companheiros de jornada que nos seguem de perto há séculos. São os nossos queridos guardiões, anjos, professores, protetores, irmãos de alma ou fractais de alma que estão nos ajudando a achar o caminho de volta, pois como um time, precisamos trabalhar juntos para acelerar o processo coletivo de ascensão. Esses sim compreendem nossas imperfeições e dificuldades e estão a alguns passos adiante nesta caminhada. Mas precisamos olhar para dentro, nos conectar com a energia primordial (que é a verdadeira Fonte), que nos liga energeticamente à nossa família espiritual.

Eles não se importam se você não sabe o nome deles, ou se os chama pelo primeiro nome que vem à mente. Pode chamar que eles já estão perto. Essa é a beleza e a simplicidade da espiritualidade. Não precisa de doutrina, de conjunto de regras. Basta querer.

Cabe a cada um resgatar a sua Luz interior e assumir a responsabilidade por mantê-la brilhando cada vez mais.

Essa responsabilidade… é só sua.

 

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