A ILUSÃO DE BEM ESTAR E SEUS GRAVES RISCOS À SAÚDE.

Quando a “cura” se torna o próprio mal.

Um artigo interessante, que serve como um sério alerta aos que usam e abusam dos benzodiazepínicos, como o Rivotril, acreditando que seus médicos estão certos na prescrição:

Usar benzodiazepínicos, como o Rivotril, por mais de três meses aumenta risco de demência

O uso contínuo desta substância está sendo ligado à demência, como Alzheimer, por exemplo. Além de outros efeitos adversos já associados ao uso como perda de memória, perda de concentração, dificuldade motora, reação paradoxal (maior excitação depois do uso), indiferença afetiva, quedas, fraturas, tontura, zumbidos, sensação de ressaca (sonolência excessiva) e dependência. Cerca de 50% dos pacientes que usam benzodiazepínicos por mais de 12 meses evoluem para síndrome de abstinência.

O efeito causado por estes medicamentos não tem nada a ver com o tratamento de qualquer patologia. É simplesmente a sensação de relaxamento. Ou seja: SEDAÇÃO.

O paciente ao tomar este tipo de medicamento está apenas tendo a sensação temporária de que seus problemas não o estão afetando, devido à sensação de relaxamento que a droga oferece.

Ganha-se ou perde-se tempo?

Em alguns casos graves de depressão ou ansiedade, a droga pode até ser útil, mas se o indivíduo não aprender a lidar com os obstáculos que a vida está lhe apresentando, certamente está apenas perdendo seu tempo, pois a sensação ilusória de bem estar irá impedi-lo de lidar objetivamente com suas questões.

Quando se vê a situação na esfera individual, não se tem a noção exata do mal que os benzodiazepínicos causam. Mas olhando a situação ao longo das últimas décadas, conseguimos ver como essas drogas têm sido mais prejudiciais à sociedade do que benéficas, especialmente porque continuam sendo superprescritas pelos próprios médicos:

Os benzodiazepínicos foram amplamente prescritos no tratamento dos transtornos ansiosos durante toda a década de 70, como uma opção segura e de baixa toxicidade. A empolgação inicial deu lugar à preocupação com o ao final da mesma década: pesquisadores começavam a detectar potencial de uso nocivo e risco de dependência entre os usuários de tais substâncias1 (D).
Atualmente, os BDZs ainda possuem indicações precisas para controle da ansiedade e como tratamento adjuvante dos principais transtornos psiquiátricos, mas continuam sendo prescritos de modo indiscriminado, tanto por psiquiatras quanto por médicos de outras especialidades2 (C).
Estima-se que 50 milhões de pessoas façam uso diário de benzodiazepínicos. A maior prevalência encontra-se entre as mulheres acima de 50 anos, com problemas médicos e psiquiátricos crônicos. Os benzodiazepínicos são responsáveis por cerca de 50% de toda a prescrição de psicotrópicos3 (B). Atualmente, um em cada 10 adultos recebem prescrições de benzodiazepínicos a cada ano, a maioria desta feita por clínicos gerais4(D). Estima-se que cada clínico tenha em sua lista 50 pacientes dependentes de benzodiazepínicos, metade destes gostariam de parar o uso, no entanto 30% pensam que o uso é estimulado pelos médicos5(D).

Existem diversas alternativas saudáveis e positivas no tratamento da ansiedade e depressão. Embora muitas vezes aquele que sofre com esses males não veja solução imediata para seu problema, é possível identificar os gatilhos que desencadearam a depressão e desprogramá-los. E o mais importante é que o indivíduo consiga adquirir a consciência sobre o seu estado e ser capaz de enxergar alternativas viáveis e práticas para seus problemas.

A melhor maneira de viver a vida é com consciência, com aprendizado real. Aquele que vive “sedado”, precisa entender os riscos à sua saúde e à sua alma, pois está deixando de viver o seu projeto de vida.

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Fontes:

http://www.bmj.com/content/349/bmj.g5205

http://www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/004.pdf

http://brasileiros.com.br/2015/10/uso-de-benzodiazepinicos-como-o-rivotril-por-mais-de-tres-meses-aumenta-o-risco-de-demencia/

2 comentários sobre “A ILUSÃO DE BEM ESTAR E SEUS GRAVES RISCOS À SAÚDE.

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