OS DEUSES TAMBÉM MORREM

POR ELIANA ROCCA

Entre tantos enganos criados pelas religiões, o maior, sem dúvida, é o conceito da Vida Eterna. Movidos pelo medo da morte e pela expectativa de uma recompensa final após uma existência medíocre, servil e ignorante, o ser humano anseia pela libertação e pelo reconhecimento por seu sofrimento, quando chegar à sua última morada ao lado de alguma figura divina.

Deste conceito, nasce o apego à identidade e personalidade humana, ao corpo físico, ao ego. Como se após a morte acordássemos “do outro lado” levando toda nossa lembrança, identidade e expectativas humanas. E aí sim, todas nossas dúvidas serão sanadas e nossos desejos alcançados. Afinal, “dos justos é o reino dos céus”.

Bom… se esse deus não nos concedeu gratuitamente seu conhecimento e a iluminação nesta vida, o que nos faz crer que ele o fará após a morte?

O motivo da humanidade ser tão apegada à sua forma, à sua identidade terrena momentânea, está ligado aos escritos bíblicos que dizem que somos feitos à imagem e semelhança de deus. Mais um engano, responsável pela busca incansável pela imortalidade do corpo físico. Pois temos em nossa genética a necessidade de copiarmos os deuses. Se somos a imagem e semelhança de deus, isso significa então que deus é humano?

Sim (alguns deles, pelo menos).

Mas de qual deus estamos falando?

Neste ponto vale abrir um parênteses para lembrá-los que a ideia de um deus único não existe na Bíblia, mas foi manipulada ao longo das diversas traduções e manipulações como uma conveniente ferramenta de controle de massa.

Na Bíblia a palavra Elohim não significa Deus, mas uma palavra plural, que significa aqueles que vieram do céu. E Yahweh, mencionado no velho testamento era apenas um desses Elohim, que tinha o objetivo de conquistar território e poder, utilizando o povo hebreu para alcançar seus objetivos. Ou seja, existiram vários outros seres vindos do espaço habitando outros territórios, com os mesmos conhecimentos e tecnologia, que na época eram vistos e compreendidos como detentores do próprio poder divino. Cada um em seu território, desenvolvendo suas pesquisas e projetos.

Recomendo a leitura do livro A BÍBLIA NÃO É UM LIVRO SAGRADO de Mauro Biglino, disponível em Português pela Amazon – https://www.amazon.com.br/Bíblia-não-livro-Sagrado-grande-ebook/dp/B07B9ZS35F para que compreendam como os textos originais foram adulterados inúmeras vezes para cumprir uma agenda de manipulação em massa, sendo que originalmente estes textos não tinham absolutamente nenhuma função religiosa ou espiritual.

Voltando ao tema imortalidade ou “vida eterna”. Dos muitos artefatos incríveis que foram recuperados de locais no Iraque onde antigamente existiam cidades sumérias, um dos mais reveladores é a Lista de Reis Sumérios, um manuscrito antigo originalmente gravado na língua suméria.

O que torna esse artefato tão único é o fato de que a lista combina governantes pré-dinásticos aparentemente mitológicos com governantes históricos conhecidos. O primeiro fragmento de 4.000 anos, foi encontrado no início de 1900 pelo estudioso germano-americano Hermann Hilprecht no local da antiga Nippur e publicado em 1906. Desde a descoberta de Hilprecht, pelo menos 18 outras amostras da lista foram encontradas. No entanto, existe material comum suficiente em todas as versões da lista para deixar claro que eles são derivados de uma única descrição “ideal” da história suméria.

A lista dos 8 reis ou “deuses” sumérios se inicia há 432 mil anos, tendo início com Alorus, que reinou por 162 mil anos tendo vindo dos céus, seguido por Alulim, reinando por 28 mil anos e depois por Alaljar, que reinou por 36 mil. E assim por diante.

1 Sar = 3.600 anos, 1 Ner = 600 anos.

Reparem que após o quinto rei ou deus, o tempo de reinado diminui, provavelmente porque sua expectativa de vida também diminui. Os deuses Anunnakis foram perdendo sua capacidade de regeneração à medida em que interagiam com a atmosfera e a gravidade terrestre, desenvolvendo doenças e envelhecendo paulatinamente. Deste período surgem diversas lendas, tradições e rituais que foram compartilhados por diversos povos, com o objetivo de prolongar sua vida. Esses rituais ou procedimentos médicos eram testemunhados apenas por poucos escolhidos, que eram seus seguidores ou acompanhantes de maior confiança. Hoje são chamados de sacerdotes.

Neste vídeo, infelizmente em inglês, vocês podem ver uma compilação muito interessante de vários rituais e experimentos na tentativa do homem em reproduzir ou copiar os antigos deuses, com o objetivo de se alcançar a “vida eterna”. Já que os deuses ou os reis extraterrestres viviam por milhares de anos, eram necessárias várias gerações de seres humanos até que esse deus desaparecesse (morresse fisicamente ou retornasse ao seu planeta), ou passasse seu reinado a algum sucessor. Que poderia ser extraterrestre, híbrido ou mesmo humano, após manipulações genéticas para garantir a manutenção da linha sanguínea por gerações. Foi assim que surgiram as famílias reais do planeta e é assim que elas se mantêm até hoje.

Você pode ligar as legendas automáticas no Youtube e ativar a tradução nas configurações do vídeo.

Vamos parar por um momento e refletir: se o planeta Terra possui aproximadamente 4.5 bilhões de anos, o período de 432 mil representa apenas uma fração de 0,009% de toda sua história. Portanto, o registro contendo esta lista de reis ou visitantes extraterrestres, é apenas um pequeno indício de tantos outros visitantes de diferentes planetas e sistemas que participaram de nossa evolução, desenvolvendo seus projetos e deixando suas sementes.

Como bem colocou Mauro Biglino em seu livro, “Os Elohim não se ocupavam de temas como religião, espiritualidade ou o Além, no sentido moderno desses termos. O seu objetivo principal era a definição de estruturas de poder, distribuídas em vários territórios, sobre os quais se desenvolveram sucessivamente diferentes civilizações. E, para realizar esse objetivo, moviam-se em busca das terras e das populações que os servissem (Deuteronômio 32:17 e sequência).

O conceito religioso de vida eterna foi abordado apenas recentemente, nos últimos dois mil anos de nossa história, com diferentes linhas dogmáticas que se ocupavam do estudo da Alma, que através do condicionamento imposto pelos antigos deuses, criaram a necessidade de avatares, mestres e salvadores que viessem nos resgatar e nos salvar da morte.

E aqui chegamos num ponto importante, para que comecem a quebrar os paradigmas de aprisionamento terrestre baseados na adoração dos antigos deuses, de submissão e do medo da morte.

Os antigos deuses anunnakis também não sabiam dos resultados de seus experimentos, pois necessitavam de mão de obra, de trabalhadores braçais que desenvolvessem seus projetos e que sustentassem seus planos de poder. Ao desenvolverem as manipulações genéticas, deram origem ao homem moderno, dando continuidade ao projeto adâmico que se iniciou muito antes deles mesmos terem chegado à Terra. Pois os humanos e humanoides já existiam em outros planetas e sistemas. Leia mais neste link: https://rodrigoromo.com.br/2018/10/12/nibiru-terra-e-a-federacao-interestelar/

Somos hoje o resultado de um experimento genético, organismos geneticamente modificados, infelizmente mutilados em nossas capacidades psíquicas e mediúnicas, procurando nosso caminho de volta, tentando refazer a conexão real com a fonte, nossa origem. Neste ponto você pode estar se questionando… “mas o que significa então o versículo bíblico que diz que fomos feitos à imagem e semelhança de deus?”. Exatamente o fato de sermos experimentos genéticos de clonagem, que utilizaram elementos biológicos para gerar cópias de um determinado ser, órgão, tecido ou células.

Ao quebrarmos os contratos de submissão religiosa aos antigos deuses, deixando de acreditar nesta promessa vazia de vida eterna dentro de um padrão religioso de medo e culpa, nos tornamos livres para escolher um novo caminho. Através da consciência, podemos desfazer as conexões com o astral planetário construído pelo sistema dogmático, que impedem que ultrapassemos as barreiras impostas pela matriz de controle.

Nossa alma já passou tempo demais encarnando neste planeta, alimentando a mesma matriz encarnacional que movimenta este sistema de poder (religiões, indústria médica, sistema financeiro, sistema político, etc), que é nutrido através de nossa fé, de nossas emoções, ações e energia. Estamos vivendo num looping temporal, como um video-game que chega ao final, levando o jogador de volta à primeira fase.

Entenda que o plano astral construído pela crença da humanidade numa vida eterna é finito e está saturado. Ele funciona exatamente como um programa de computador sem qualquer atualização. Ele roda a mesma rotina há milhares de anos, apenas aumentando seu volume de dados, alimentados pelas almas que após desencarnadas alimentam este sistema. Está cheio de bugs e malware, fazendo com que a humanidade não só fique presa a esta matriz, mas que involua, pois todo o sistema astral planetário está corrompido.

Nosso corpo físico é um hardware biológico, operando através de vários programas e conectado a diversos servidores e sistemas de controle. Quanto maior nossa consciência, maior a autonomia no controle de todo o sistema que compõe nossa Alma.

Enquanto encarnados, hoje podemos dizer que somos um arquivo vivo de toda a história planetária, de erros e acertos dos deuses, dos mestres, avatares. Somos o resultado sim de manipulação, mas somos também a prova da vida eterna condensada no momento presente.

Seu corpo, sua mente, suas emoções, sua consciência são a somatória de todas as experiências não só dos antigos deuses terrestres, mas de todos os Filhos Paradisíacos, Melchizedecks, Lanonadecks, Voronandecks, Goronandecks, engenheiros cósmicos. E tomando essa consciência, podemos agora assumir nosso poder real. Nós somos deuses. Esse é o verdadeiro despertar espiritual.

Libertando todo e qualquer ser, seja deus ou humano, de sua culpa, nos tornamos responsáveis pelo trabalho de reconexão e ascensão, retornando à nossa fonte primordial.

A morte é apenas uma mudança de fase. Se ao desencarnarmos tivermos esta consciência, sem nos apegarmos a nenhum sistema religioso dogmático, começamos a quebrar e enfraquecer essa estrutura nefasta de poder que aprisiona todos os níveis astrais do planeta.

A liberdade não virá de fora. A responsabilidade é sua. Resgate-se.

Fonte da Lista dos Reis Sumérios: https://www.bibliotecapleyades.net/sitchin/king_list.htm

http://cdli.ox.ac.uk/wiki/doku.php?id=the_sumerian_king_list_skl

Foto de domínio público: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=22442808

Quer compartilhar? Gratidão. Mantenha o texto original sem alterações, mencionando a autoria de Eliana Rocca e colocando o link original da página.

Um comentário sobre “OS DEUSES TAMBÉM MORREM

  1. Li fantástico! Que conhecimento! Vou ler mais vezes! Obrigada por tanto conhecimento e compartilhar conosco!

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